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Breve Folha MG TV
As ações do Programa Estruturador Minas Olímpica e dos demais programas da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude, gerenciados pela Subsecretaria de Políticas Antidrogas e pela Coordenadoria Especial da Juventude, superaram todas as metas estabelecias para 2007. A avaliação foi feita ontem pelo secretário Gustavo Corrêa, em coletiva à imprensa. "2007 foi um ano
Tchô será operado nesta sexta-feira
O meia Tchô será operado na tarde de sexta-feira (18) em Belo Horizonte. O jogador sofreu fratura dupla nos ossos da perna esquerda em uma dividida com o goleiro Édson, logo no início do coletivo de domingo (13), em Uberlândia. Levado ao Hospital do Triângulo, foi submetido a exame de raio x, que constatou a lesão. Medicado e com a perna imobilizada, Tchô está em repouso no hotel em que o Galo está concentrado.
Goleiro do júnior é um dos destaques do time celeste neste ano
Com a missão de defender a meta azul e branca, o goleiro Rafael é um dos maiores responsáveis pelo ótimo desempenho do time júnior, em 2007. Além da segurança embaixo das traves, o jovem de 18 anos mostrou ao longo do ano que também é eficiente nos pênaltis.
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Futebol, etc.
Caldeirão-alçapão

Quando um clube de futebol tem o próprio estádio, e exemplos no Brasil não faltam - Atlético Paranaense(Arena da Baixada), Santos(Vila Belmiro), Vasco(São Januário), etc. -, tais campos próprios, e bons, são fatores que ajudam financeira e esportivamente esses clubes.
Para ficar só no aspecto técnico-esportivo, um bom exemplo é o Atlético Paranaense que, após a inauguração da Arena da Baixada(um belo exemplo de arquitetura de estádio tipo "caldeirão-alçapão"), foi campeão brasileiro e, doravante, suas campanhas nos campeonatos brasileiros passaram a ser, quando o time não ajuda, regulares, porém, com um time de razoável para bom, as campanhas são boas ou ótimas, isto é: o estádio-caldeirão ajuda um time ruim a ser regular, um time regular a ser bom, um time bom a ser ótimo, e um time ótimo a ser espetacular!
Ter um estádio moderno do tipo "caldeirão-alçapão", como no caso da Arena da Baixada, é fator de vantagem esportiva, se, é claro, o time não for tão ruim, muito embora estádios "caldeirões" ajudem muito a times ruins que se superam com o calor da torcida, e nessa apreciação eu incluo o mais famoso "caldeirão" na América do Sul, o estádio "La Bombonera" do Boca Juniors da Argentina.
Quantas vezes um time brasileiro ganhou do Boca no "La Bombonera"? Pouquíssimas vezes. Sei das seguintes façanças: Santos, na decisão da Libertadores de 1963(2 a 1), Cruzeiro, no início dos anos 1990, Supercopa dos Campeões da Libertadores(2 a 1), e o brioso Paysandu, na Libertadores(1 a 0).
No mais, alguns empates e derrotas, estas em maioria absoluta. Dei esses exemplos de estádios "panelas de pressão" para dizer que temos em Belo Horizonte um estádio tipo "caldeirão" muito mal aproveitado. Falo do estádio Independência, no bairro Horto, há anos do mesmo jeito, poucas reformas, praticamente o mesmo estádio de outrora.
Será que falta visão, vontade, o que impede Atlético, Cruzeiro e América fazerem do Independência um "La Bombonera", uma "Arena da Baixada", porém modernizado, um gramado decente, do tipo dos campos ingleses, cabines de rádio e televisão melhores, arquibancadas com assentos para 30 mil pessoas?
Façam um acordo os clubes grandes de Belo Horizonte para o aproveitamento inteligente do Independência para jogos médios, redundando em despesas menores e uma maior participação da torcida para empurrar os times às vitórias, necessárias para arrancadas, não só para os títulos, mas também em relação aos "fantasmas do rebaixamento".
Se o Independência fosse este estádio moderno, pequeno, mas suficiente à acomodação confortável da torcida, em que o campo permitisse o jogo rápido, sem os obstáculos dos buracos e desníveis do atual gramado, tenho absoluta certeza da subida na tabela dos clubes mineiros.
O Mineirão seria reservado aos grandes jogos e decisões, o que não quer dizer que Atlético, Cruzeiro e América nõo poderiam utilizar o Independência para jogos contra alguns clubes grandes de outros Estados em determinadas situações, quando se torna necessária a presença próxima da torcida para "jogar" com o time rumo à vitória.
Viabilizem os recursos por meio de patrocínios, participação de Estado e município, busquem o dinheiro onde for, pois o retorno virá em benefício de todos. Atlético, Cruzeiro e América: façam do Independência uma espécie de "La Bombonera", com bom gramado, com boas e modernas acomodações para todos - torcida, imprensa, etc. -, façam do Independência um estádio tipo "caldeirão-alçapão", nível de Primeiro Mundo, e os bons resultados financeiros e esportivos logo aparecerão.
Minastenistas são recebidos com festa depois de belo desempenho nos Jogos Pan-Americanos

Os minastenistas que disputaram os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro, foram recebidos com festa nesta terça-feira, 31/07, nas ruas de Belo Horizonte.
Saudados pelos torcedores durante o desfile no carro do Corpo de Bombeiros, atletas e técnicos foram parabenizados pelo presidente do Minas, Kouros Monadjemi, e pelo secretário Estadual de Esportes e da Juventude, Gustavo Corrêa, na chegada ao Clube.
"Os atletas merecem esta recepção, e representam muito mais do que as medalhas.
Cada um sabe a emoção de estar na elite do esporte nacional, e estamos muito orgulhosos", destacou o presidente minastenista Kouros Monadjemi.
O secretário estadual destacou que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, também faz questão de receber e homenagear os atletas, e parabenizou a todos "por representarem tão bem nosso país, quebrando vários recordes e conquistando grandes vitórias".
A maior fonte de medalhas minastenistas foi a natação, que voltou para casa com quatorze medalhas, com Thiago Pereira, Nicolas Oliveira, Gabriel Mangabeira, Rodrigo Castro e Fernanda Alvarenga.
"Esses resultados são frutos de muito talento, muito treino e muito trabalho de todos", destaca o técnico do Minas e da Seleção Brasileira, Fernando Vanzella.
Das piscinas minastenistas saíram os autores de sete recordes Sul-Americanos, seis de Thiago Pereira, um deles ao lado de Rodrigo Castro e Nicolas Oliveira, no revezamento 4x200 m livre, e mais um de Nicolas Oliveira, no revezamento 4x100 m livre.
"Este é o resultado de muito trabalho e investimento do Clube.
Todos se deram bem, quebramos um recorde importante no revezamento com um tempo muito bom, e estou muito feliz", diz Rodrigo Castro.
Todos comemoraram os ótimos resultados, mas já estão de olho agora nos próximos compromissos, e, principalmente, nas Olimpíadas de Pequim.
"Não esperava subir ao pódio em todas as provas e foi uma surpresa para mim. Agora já vou retomar os treinos, para a disputa do Troféu José Finkel, em setembro, e, em seguida, focar a preparação para as Olimpíadas", afirma Thiago Pereira.
Ele já tem seis índices para Pequim, nas provas dos 200 m e 400 m medley, 200 m livre, 200 m costas, 100 m e 200 m peito.
E para os judocas da Belo Dente/Minas, que subiram ao pódio já na estréia nos Jogos Pan-Americanos, também muita comemoração pelos bons resultados e preparação para as próximas competições.

Leão contrata treinador Flávio Lopes
Francisco Carlos Ferreira da Silva, o Pirulito, não é mais técnico do Leão do Bonfim. Após o empate com o Juventus-SP na tarde de domingo em Nova Lima, houve uma reunião da cúpula diretiva do Villa Nova e optou-se pela saída de Pirulito, que estava no cargo há 13 meses.
Foi a maior longevidade alcançada por um técnico no clube desde o período compreendido entre 1987 e 1989, época em que Dawson Laviola Matos ficou no túnel alvirrubro durante três temporadas consecutivas.
Pirulito deixa como principal legado a conquista da Taça Minas Gerais de 2006, título que possibilitou o retorno do Villa Nova à Copa do Brasil.
Ao longo dos 13 meses de trabalho, o ex-técnico dirigiu o time em 40 jogos, obtendo 17 vitórias, 14 empates e 09 derrotas.
Nessas 40 partidas, o Leão marcou 63 gols e sofreu 46. Foi a segunda passagem de Pirulito pelo cargo. Anteriormente, ele havia treinado o Leão entre agosto de 2004 (Série C) e abril de 2005 (Campeonato Mineiro).
A direção do Villa Nova agiu rápido e no começo da noite de domingo o presidente João Bosco Pessoa anunciou a contratação de Flávio Lopes. O novo técnico villa-novense reuniu-se na tarde desta segunda-feira com a direção do clube para inteirar-se sobre a realidade do Leão. Na terça-feira pela manhã, Flávio Lopes será apresentado ao elenco.
Não haverá outras mudanças na composição do restante da comissão técnica. Esta é a segunda passagem do treinador pelo Villa Nova, pois em 2002 ele dirigiu a equipe em parte do Campeonato Mineiro. Flávio Lopes encerrou a carreira de atleta profissional (era meia ofensivo) exatamente no Leão do Bonfim, no Campeonato Mineiro de 1996.
Como jogador, o principal título de Flávio Lopes foi o Campeonato Mineiro de 2003 pelo América, que tinha esta formação-base: Milagres; Estevam, Luís Carlos Marins, Lelei e Ronaldo Padeiro; Taú, Gutemberg e Flávio; Euller, Hamilton e Róbson (o técnico do Coelho era Chico Fomiga).
positivo. Conseguimos, e superamos, todas as metas acordadas com o governo do Estado", afirmou o secretário, prevendo nova superação de metas em 2008.